sexta-feira, maio 25, 2007

Pah!... Que mico!

Manhã fria, um gelo...
Dirigia-me para mais um dia de trabalho, logo pela manhã, diferente dos outros dias em que vou à tarde.
O mesmo percurso de sempre, porém, passando frente à igreja, distraio-me com um grupo de pessoas uniformizadas que se organizavam pelas escadas.


O sinal fecha... não a tempo de meus reflexos com o freio funcionarem 100% e... PAH!!!

Nem me enervei pois percebi que tinha sido uma batidinha leve, daquelas que todo pára-choque agüenta. Mesmo assim, como manda a regra, encostamos tto eu qto o carro que “beijei”.

Ao sairmos dos veículos, eu e a motorista da frente, qual não foi nossa surpresa:
_ Nossa, é vc? Ao menos não vai ter barraco aqui! – brinquei sorrindo e já logo nos abraçamos antes mesmo de ver se algum amassadinho tinha surgido em meio ao impacto.

Era uma ex-colega de trabalho do meu marido, com a qual ele tinha uma boa amizade.

Visto que realmente minhas suspeitas se confirmaram e que nenhum prejuízo tinha sido causado, tirando a vergonha de ter sido eu a desatenta da história (que mico! – ainda exclamei ao abraça-la...rsrs), passamos a colocar em dia nosso papo.
Falei de como está o marido, de como tenho me virado aqui, sozinha com as crianças, enfim... trocamos algumas informções.
Até que passa uma amiga de trabalho de carro e buzina apontando o relógio.
Já estava próximo de dar oito horas e chegaria atrasada se persistisse naquela conversa.

_ Bom, tem certeza que tá tudo certinho aí, né (...)? – falei sorrindo meio sem jeito.
_ Sim, não aconteceu nada. Fique tranqüila! – respondeu ela muito educadamente como sempre.
_ Então só me resta achar que este incidente foi providencial...rsrs.

E cada uma se dirigiu ao seu carro pra continuar conduzindo suas próprias vidas, onde sempre há uma ou outra colisão.

4 comentários:

Clara disse...

Coisas da vida, né amiga! rs

Que bom que não foi nada mais grave!

Beijo...

eliane disse...

Um ótimo find Miga! Grande abraço!

Eliane disse...

A Historia da carinha sem dente é verdadeira, pior que é mesmo rsrs. Como disse, depois que passa, a gente ri!

Marco disse...

Jac!
Que bom seria se em todas (todas? ops! risos) as nossas batidas fossem assim... Abraçando, perguntando como está a vida, matando as saudades!
Feliz que nada sofreu, aliás, sofreram!!! risos...
Se cuide querida...
Beijos e bom fim de semana.